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	<title>SomVinil ® &#124; cultura bolachão música &#187; História</title>
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	<description>Cultura do Bolachão e da Música</description>
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		<title>18 de março de 1977 &#8211; uma data histórica para o Punk Rock</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 17:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Na Agulha]]></category>
		<category><![CDATA[Disco de Vinil]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Punk Rock]]></category>
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		<category><![CDATA[White Riot]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse dia, o The Clash mudaria de vez a história do Rock com sua estreia discográfica. O lançamento do compacto &#8220;White Riot&#8221;, de 1977, disco que tornaria o The Clash conhecido no Reino Unido e criaria também um novo cenário para o Punk Rock mundial. A ousadia de suas letras politizadas, experimentação musical e atitude rebelde também [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/The-Clash-White-Riot-1077.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/The-Clash-White-Riot-1077.jpg" alt="The-Clash-White-Riot-1077" width="610" height="603" class="alignleft size-full wp-image-10275" /></a></p>
<p>Nesse dia, o <strong>The Clash </strong>mudaria de vez a história do Rock com sua estreia discográfica. O lançamento do compacto<strong> &#8220;White Riot&#8221;, </strong> de 1977, disco que tornaria o The Clash conhecido no Reino Unido e criaria também um novo cenário para o <strong>Punk Rock </strong> mundial.</p>
<p>A ousadia de suas letras politizadas, experimentação musical e atitude rebelde também tiveram uma influência profunda no rock, em especial no rock alternativo.</p>
<p>O The Clash é referido como<em><strong> &#8220;a única banda que importa&#8221;</strong></em>, uma alcunha comercial originalmente introduzida pela gravadora do grupo, a CBS. Em janeiro de 2003, a banda, incluindo o baterista original, <em>Terry Chimes</em>, foi introduzida no <strong>Rock and Roll Hall of Fame</strong>. Em 2004, a R<em>olling Stone</em> classificou o Clash como trigésimo maior artista de todos os tempos.</p>
<p><object width="611" height="458"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/I9eLeZS9OeY?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/I9eLeZS9OeY?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="611" height="458" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Há 15 anos o Pearl Jam lançava &#8220;Yield&#8221;, seu quinto álbum de estúdio</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 23:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Na Agulha]]></category>
		<category><![CDATA[Billboard]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos em Vinil]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[Após o sucesso dos dois primeiros álbuns da banda, Ten (1991) e Vs. (1993), Vitalogy (1994) e No Code (1996) estabeleceram uma nova fase do Pearl Jam, menos agressivos que seus predecessores. A banda volta às origens com Yield (1998) &#8211; quinto álbum estúdio &#8211; que retoma a pegada mais agressiva do grupo e eterniza [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Pearl-Jam-Yield.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9860" alt="Há 15 anos o Pearl Jam lançava Yield, seu quinto álbum" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Pearl-Jam-Yield.jpg" width="610" height="610" /></a></p>
<p>Após o sucesso dos dois primeiros álbuns da banda, Ten (1991) e Vs. (1993), Vitalogy (1994) e No Code (1996) estabeleceram uma nova fase do Pearl Jam, menos agressivos que seus predecessores. A banda volta às origens com Yield (1998) &#8211; quinto álbum estúdio &#8211; que retoma a pegada mais agressiva do grupo e eterniza clássicos como &#8220;Wishlist&#8221;, &#8220;Push Me, Pull Me&#8221;, &#8220;Do the Evolution&#8221;, &#8220;Given to Fly&#8221;&#8230;</p>
<p>Após uma pequena turnê promocional de seu álbum anterior, No Code (1996), o Pearl Jam gravou Yield no Studio Litho e Studio X em Seattle, Washington ao longo do ano de 1997. O álbum foi proclamado como um retorno às raízes da banda e marcou um esforço mais colaborativo da mesma ao invés de confiar quase todas as composições de letras ao vocalista Eddie Vedder, como nos álbuns anteriores. As letras tratam de temas contemplativos, embora vistos de uma forma mais positiva em relação ao trabalho anterior da banda.</p>
<p>Yield recebeu críticas positivas e debutou como número dois na Billboard 200, mas como No Code, o álbum logo começou a descer nas paradas. No entanto Yield superou seu antecessor. A banda promoveu o disco de forma mais ativa, quando comparado a No Code, incluindo uma grande turnê e o lançamento de um videoclipe para a canção &#8220;Do the Evolution&#8221;, uma crítica fortíssima sobre o ser humana e a sociedade em que vivemos. (um videoclipe totalmente fora dos padrões utilizados na época). O álbum foi disco de platina pela RIAA nos Estados Unidos e é o último do Pearl Jam com a participação do baterista Jack Irons, que deixou a banda durante a turnê promocional do álbum.</p>
<p><span style="color: #ffcc00;">Yield foi lançado em 3 de fevereiro de 1998.</span></p>
<p><object width="610" height="343" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aDaOgu2CQtI?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="343" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/aDaOgu2CQtI?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><object width="611" height="458" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ajhUMLXviUE?hl=pt_BR&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="611" height="458" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/ajhUMLXviUE?hl=pt_BR&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><object width="611" height="458" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Qg2oOFZliwM?hl=pt_BR&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="611" height="458" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Qg2oOFZliwM?hl=pt_BR&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>FAIXAS<br />
&#8220;Brain of J.&#8221; (McCready, Vedder) – 2:59<br />
&#8220;Faithfull&#8221; (McCready, Vedder) – 4:18<br />
&#8220;No Way&#8221; (Gossard) – 4:19<br />
&#8220;Given to Fly&#8221; (McCready, Vedder) – 4:01<br />
&#8220;Wishlist&#8221; (Vedder) – 3:26<br />
&#8220;Pilate&#8221; (Ament) – 3:00<br />
&#8220;Do the Evolution&#8221; (Gossard, Vedder) – 3:54<br />
&#8220;?&#8221; (Irons) – 1:06<br />
&#8220;MFC&#8221; (Vedder) – 2:27<br />
*&#8221;MFC&#8221; significa &#8220;Mini Fast Car&#8221;. Eddie inspirou-se nos pequenos carros que circulam em Roma (Itália).<br />
&#8220;Low Light&#8221; (Ament) – 3:46<br />
&#8220;In Hiding&#8221; (Gossard, Vedder) – 5:00<br />
&#8220;Push Me, Pull Me&#8221; (Ament, Vedder) – 2:28<br />
&#8220;All Those Yesterdays&#8221; (Gossard) – 7:47<br />
*Contém a faixa escondida &#8220;Hummus&#8221;</p>
<p>MÚSICOS<br />
Eddie Vedder &#8211; Vocal<br />
Jack Irons &#8211; Bateria<br />
Jeff Ament &#8211; Baixo<br />
Mike McCready &#8211; Guitarra<br />
Stone Gossard &#8211; Guitarra</p>
<p>Dica do Diogo Soraggi.</p>
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		<title>14/01/1969: Nasce Dave Grohl</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 11:58:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Grohl]]></category>
		<category><![CDATA[Foo Fighters]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Nirvana]]></category>

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		<description><![CDATA[David Eric Grohl &#8211; Warren, Ohio, Estados Unidos, 14 de janeiro de 1969 &#8211; desde muito cedo tocou bateria em muitas bandas punk, e aos dezesseis anos, no começo da década de 1980, entrou para a banda Scream. A primeira vez que Dave viu o Nirvana tocando foi durante uma turnê européia do Scream. Com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Dave-Grohl-.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Dave-Grohl-.jpg" alt="14/01/1969: Nasce Dave Grohl" width="610" height="406" class="alignleft size-full wp-image-9635" /></a></p>
<p>David Eric Grohl &#8211; Warren, Ohio, Estados Unidos, 14 de janeiro de 1969 &#8211; desde muito cedo tocou bateria em muitas bandas punk, e aos dezesseis anos, no começo da década de 1980, entrou para a banda Scream. A primeira vez que Dave viu o Nirvana tocando foi durante uma turnê européia do Scream. Com o fim da turnê, término da banda Scream e ainda alguns problemas financeiros ele ligou para Buzz Osbourne, um amigo que conhecia Kurt e Krist, pegou o telefone de Krist, ligou para ele e foi para Seattle. Chegando, tocou com os dois, que na época tocavam, provisoriamente, com Dan Peters, baterista do Mudhoney. Kurt e Krist perceberam que ele era o baterista que eles estavam procurando e Dave entrou para a banda.</p>
<p>Em 1994, com a morte de Kurt Cobain, o Nirvana chega ao fim. Logo em seguida ele se junta a Tom Petty &#038; the Heartbreakers para uma série de apresentações onde é convidado para assumir as baquetas. Dave à principio aceita o convite, mas depois de uma conversa com Tom Petty onde Dave fala sobre algumas musicas que tinha composto desde os tempos do Nirvana, o próprio Tom Petty admite que ele perderia seu tempo ali com os &#8220;velhos&#8221; Tom Petty &#038; the Heartbreakers e diz que ele tem um belo futuro pela frente liderando uma banda.</p>
<p>Tom Petty estaria certo e assim Dave, junto com seu amigo Barret Jones entrou em estúdio e gravou algumas coisas que, mais tarde, dariam origem ao primeiro CD do Foo Fighters, e o final da história, todos nós sabemos.</p>
<p><iframe width="611" height="458" src="http://www.youtube.com/embed/xQ04WbgI9rg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A história por trás de uma capa clássica: The Velvet Underground &amp; Nico</title>
		<link>http://www.somvinil.com.br/a-historia-por-tras-de-uma-capa-classica-the-velvet-underground-nico/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 12:56:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Warhol]]></category>
		<category><![CDATA[Disco de Vinil]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[The Velvet Underground & Nico]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é com certeza uma das capas mais emblemáticas da história. Com arte de Andy Warhol, o mestre da Pop art, o então desconhecido &#8220;The Velvet Underground&#8221; ganharia notoriedade com seu disco de estreia. A banda já tocava na cena underground de Nova York quando Andy Warhol se encantou pelo som vanguardista que os caras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico.jpg" alt="" title="Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico" width="610" height="622" class="alignleft size-full wp-image-9375" /></a></p>
<p>Essa é com certeza uma das capas mais emblemáticas da história. Com arte de Andy Warhol, o mestre da Pop art, o então desconhecido &#8220;The Velvet Underground&#8221; ganharia notoriedade com seu disco de estreia.</p>
<p>A banda já tocava na cena underground de Nova York quando Andy Warhol se encantou pelo som vanguardista que os caras faziam. Logo após Warhol se tornaria o empresário da banda, ajudando o grupo a tomar corpo e importância na cena musical.</p>
<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico-2.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico-2.jpg" alt="" title="Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico-2" width="610" height="612" class="alignleft size-full wp-image-9376" /></a></p>
<p>Criada com processo de silkscreen e um simples filme preto e branco feito de acetato, a provocativa capa tinha um adesivo aplicado com a imagem de uma banana e a mensagem: “Descasque vagarosamente e veja.” Atrás do adesivo se revela uma fruta com um tom rosado, semelhante à pele, remetendo a um órgão sexual masculino.</p>
<p>A ideia se tornaria um pesadelo devido a complexidade no processo de montagem. “Alguém tinha que sentar com pilhas de álbuns e colar o adesivo da casca da banana em cima da fruta manualmente”, disse o diretor artístico de Warhol, Ronnie Cutrone.</p>
<p>Em 1968 a banana interativa foi descontinuada. Originais chegam a custar U$ 500,00.</p>
<p><object width="610" height="343"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/n3TW49VCd3I?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/n3TW49VCd3I?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="610" height="343" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>FAIXAS:<br />
Lado um:<br />
1. &#8220;Sunday Morning&#8221;<br />
2. &#8220;I&#8217;m Waiting for the Man&#8221;<br />
3. &#8220;Femme Fatale&#8221;<br />
4. &#8220;Venus in Furs&#8221;<br />
5. &#8220;Run Run Run&#8221;<br />
6. &#8220;All Tomorrow&#8217;s Parties&#8221; </p>
<p>Lado dois:<br />
7. &#8220;Heroin&#8221;<br />
8. &#8220;There She Goes Again&#8221;<br />
9. &#8220;I&#8217;ll Be Your Mirror&#8221;<br />
10. &#8220;The Black Angel&#8217;s Death Song&#8221;<br />
11. &#8220;European Son&#8221;  </p>
<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico-LP.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico-LP.jpg" alt="" title="Andy-Warhol-1967-Velvet-Underground-e-Nico-LP" width="610" height="458" class="alignleft size-full wp-image-9377" /></a></p>
<p>As gravações de &#8220;The Velvet Underground And Nico&#8221; aconteceram em 1966, mas o álbum só foi lançado em 1967, com quase um ano de atraso. Os temas controversos das letras &#8211; drogas, sexo, sadomasoquismo &#8211; fizeram com que o disco fosse banido de muitas lojas, e algumas rádios se recusavam a tocas suas músicas. Além disso, problemas com a imagem da contracapa do álbum, que continha uma imagem do filme Chelsea Girls usada sem autorização fez com que a Verve tivesse que retirar o disco de circulação, o que prejudicou ainda mais as vendas.</p>
<p>Embora o Velvet Underground não tenha sido um sucesso comercial nos anos 60, atualmente é citado por muitos críticos como um dos grupos mais importantes e de maior influência da época. A banda teve um período de atividade curto, de 1964 a 1973, e durante esse tempo alcançou apenas uma fração do reconhecimento público quanto ao mérito criativo que hoje a faz ser citada pela crítica especializada como um dos poucos grupos realmente essenciais da história do rock. O Velvet influenciou os contemporâneos Iggy Pop e David Bowie, além de Joy Division, Jesus and Mary Chain, Radiohead, Nirvana e muitos outros.</p>
<p>&#8220;The Velvet Underground And Nico&#8221; ocupa a 13ª. posição na lista dos Melhores Discos de Todos os Tempos da revista Rolling Stone e permanece como um dos discos icônicos do rock&#8217;n'roll. Nos anos 80, um repórter perguntou a Lou Reed qual era a definição dele sobre o disco de estreia do Velvet Underground. Quando Reed respondeu &#8220;é simplesmente o mais importante disco da história do rock&#8221;, o repórter tentou argumentar e perguntou se este não seria Sgt. Pepper&#8217;s, e recebeu a seguinte resposta de Lou:</p>
<p>&#8220;Eu disse o mais importante, e não o que mais vendeu. Se não está convencido, pergunte pra essa nova geração de onde eles tiram esse som.&#8221; <small>Trecho do blog <a href="http://1000eum.blogspot.com.br/" target="_blank">Mil e Um</a>.</small></p>
<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/The-Velvet-Underground.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/11/The-Velvet-Underground.jpg" alt="" title="The-Velvet-Underground" width="610" height="366" class="alignleft size-full wp-image-9378" /></a></p>
<p>Integrantes do The Velvet Underground no primeiro disco:</p>
<p>Lou Reed &#8211; vocal e guitarra<br />
Nico &#8211; vocal<br />
John Cale &#8211; viola elétrica, piano, celesta<br />
Sterling Morrison &#8211; guitarra, contra-baixo elétrico e vocais de apoio<br />
Maureen Tucker &#8211; percussão</p>
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		<title>A história por trás de uma capa clássica: Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez ele seja o disco mais lendário dos Beatles; teve sua capa copiada centenas de vezes; é frequentemente citado como o melhor e mais influente álbum da história do rock e da música; é rodeado por uma série de lendas&#8230; Lançado em 1º de junho de 1967 na Inglaterra, o álbum foi gravado em apenas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_cover2.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_cover2-550x476.jpg" alt="" title="sgt_pepper_cover" width="550" height="476" class="alignleft size-medium wp-image-7761" /></a></p>
<p>Talvez ele seja o disco mais lendário dos Beatles; teve sua capa copiada centenas de vezes; é frequentemente citado como o melhor e mais influente álbum da história do rock e da música; é rodeado por uma série de lendas&#8230;</p>
<p>Lançado em 1º de junho de 1967 na Inglaterra, o álbum foi gravado em apenas 129 dias, que são considerados os mais criativos da história da banda. Inovador desde sua técnica de gravação até a elaboração da capa, o álbum se tornou um clássico.</p>
<p>Mesmo sem tocar nas rádios e sem um forte apelo comercial, o álbum teve 11 milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos. Em 2003, a revista <strong style="font-style: italic;">Rolling Stone</strong> colocou Sgt. Pepper&#8217;s no topo de uma lista dos 200 álbuns definitivos no <strong style="font-style: italic;"> Rock and Roll Hall of Fame</strong>.</p>
<p>Gravado às véspera do &#8220;verão do amor&#8221;, no início da era hippie, &#8220;Sgt. Pepper&#8217;s&#8221; rompeu os limites da música pop e conseguiu fazer com que um disco deixasse de ser uma simples reunião de canções para se transformar em uma obra de arte com identidade própria.</p>
<p>Sem o compromisso com viagens e turnês, a banda pôde concentrar e se dedicar totalmente a produção do disco. Com a liberdade criativa entregue a <strong style="font-style: italic;">George Martin</strong>, a inovação rondava os estúdios de Abbey Road.</p>
<p>&#8220;Sgt. Pepper&#8217;s&#8221; demorou mais de 700 horas para ser gravado e custou cerca de US$ 75 mil, números inéditos naquela época. Apenas quatro anos antes, os Beatles haviam gravado seu primeiro álbum, &#8220;Please Please Me&#8221;, em um único dia.</p>
<p>A ideia surgiu de Paul McCartney, quem propôs a seus companheiros que se &#8220;transformassem em outro grupo&#8221; e sugeriu o nome de &#8220;Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band&#8221; (A Banda do Clube dos Corações Solitários do Sargento Pimenta, em tradução livre), inspirado nas bandas que surgiam nos Estados Unidos naquela época. Paul também foi o grande idealizador da capa.</p>
<div id="attachment_7770" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_rascunho1.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_rascunho1.jpg" alt="" title="sgt_pepper_rascunho" width="200" height="269" class="size-full wp-image-7770" /></a><p class="wp-caption-text"><small>Rascunho de Paul McCartney</small></p></div>
<p>&#8220;Sgt. Pepper&#8217;s&#8221; não se destacou somente por sua música, mas também pela bela arte da capa e encartes. Feita com uma fotografia de <strong style="font-style: italic;">Michael Cooper</strong>, com os quatro Beatles vestidos como sargentos diante de uma colagem feita por <strong style="font-style: italic;">Peter Blake</strong> com vários rostos de pessoas célebres, entre os quais Marilyn Monroe, Marlon Brando, Bob Dylan, Cassius Clay, D.H. Lawrence, Aleister Crowley e até Shirley Temple. Também apareceriam Karl Marx, Gandhi, Hitler e Jesus Cristo, mas foram deixados de fora.</p>
<p>Jesus Cristo não foi incluído por causa da declaração um ano antes de John dizendo que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; Gandhi foi retirado por receio da gravadora em ofender o mercado indiano. O ator Leo Gorcey teve sua imagem retirada por pedir um pagamento pelo uso da sua imagem. O rosto do ator mexicano Germán Valdés &#8220;Tin Tan&#8221;(irmão do também consagrado ator Ramón Valdés, o Seu Madruga do seriado Chaves) aparecia na capa, mas ele não autorizou sua exibição na última hora, enviando em seu lugar uma árvore da vida de <strong style="font-style: italic;">Metepec</strong> (planta tradicional mexicana) que aparece em um canto da capa.</p>
<p><big>Clique na imagem abaixo e veja quem aparece na capa:</big></p>
<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_diagrama.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_diagrama-550x167.jpg" alt="" title="sgt_pepper_diagrama" width="550" height="167" class="alignleft size-medium wp-image-7765" /></a></p>
<p><big>Quem escolheu as figuras presentes na capa?</big></p>
<p><strong style="font-style: italic;">John Lennon:</strong> Algumas das escolhas de John como homenageados na capa foram apenas para ser atrevido. Entre estes podemos citar Mahatma Gandhi, Adolf Hitler, Jesus Cristo e o Marquês de Sade, os dois últimos jamais chegando à arte final. Brigitte Bardot, Lord Buckley, James Joyce e Friedrich Nietzsche também acabariam de fora. Suas opções entre os homenageados presentes são Lenny Bruce, Aleister Crowley, Dylan Thomas, Oscar Wilde, Edgar Allen Poe e Lewis Carroll.</p>
<p><strong style="font-style: italic;">George Harrison:</strong> A sua lista só inclui gurus indianos. São eles: Sri Mahavatara Babaji, Sri Yukteswar Giri, Sri Lahiri Mahasaya, e Paramahansa Yogananda.</p>
<p><strong style="font-style: italic;">Ringo Starr:</strong> Com seus pensamentos mais voltados para casa, Ringo não se interessou em escolher ninguém para o mural, porém apoiou as escolhas feitas pelos demais.</p>
<p><strong style="font-style: italic;">Paul McCartney:</strong> Embora nem todos de sua lista acabassem na arte final, Paul relaciona suas opções como sendo Brigitte Bardot, William Burroughs, Robert Pell, Karlheinz Stockhausen, Aldous Hexley, H.G. Wells, Albert Einstein, Carl Jung, Aubrey Beardsley, Alfred Jarry, Tom Mix, Johnny Weissmuller, Rene Magritte, Tyrone Power, Karl Marx, Richmal Crompton, Dick Barton, Tommy Handley, Albert Stubbins e Fred Astaire.</p>
<p><strong style="font-style: italic;">Peter Blake e Jane Haworth:</strong> O casal de artistas contribuiu com a presença de W.C. Fields, Tony Curtis, Dion DiMucci, Bobby Breen, Shirley Temple, Sonny Liston, Johnny Weissmuller, e H.C. Westerman.</p>
<p><strong style="font-style: italic;">Robert Frazer:</strong> Entre os homenageados na capa, estão lá por sua escolha: Terry Southern, Wally Berman e Richard Lindner.</p>
<p><small>Fonte: <a href="http://whiplash.net/materias/cds/000738-beatles.html#ixzz1rYTLtTBx" target="_blank">Sgt. Peppers &#8211; O mais importante disco da história?</a></small></p>
<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/The-Beatles-Sgt-Peppers.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/The-Beatles-Sgt-Peppers.jpg" alt="" title="The-Beatles-Sgt-Peppers" width="610" height="488" class="alignleft size-full wp-image-7763" /></a></p>
<p>Em 2007, o jornal britânico <strong style="font-style: italic;">The Independent On Sunday</strong> afirmou que o ditador nazista Adolf Hitler estaria escondido na capa, aparecendo em parte entre o baterista Ringo Starr e o atleta e ator Johnny Weissmuller.</p>
<p>Muitos acreditam que a capa contém uma mensagem oculta sobre a suposta morte de Paul McCartney, já que na parte inferior parece haver uma tumba adornada com flores e um contrabaixo também feito de flores com apenas três cordas, o que significaria a falta de um Beatle.</p>
<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_detalhe_Paul_McCartney.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sgt_pepper_detalhe_Paul_McCartney.jpg" alt="" title="sgt_pepper_detalhe_Paul_McCartney" width="610" height="238" class="alignleft size-full wp-image-7766" /></a></p>
<p>Algumas das lendas mais famosas sobre as possíveis mensagens contidas na capa:</p>
<p>• Vemos quatro figuras de cera dos Beatles, todos tristes olhando para o suposto túmulo de Paul. Ao lado, os verdadeiros Beatles estão todos segurando instrumentos metálicos. Todos menos Paul, que tem em suas mãos um corne inglês, que é um tipo de oboé feito de madeira negra.</p>
<p>• No extremo direito da capa, há a boneca de pano de Shirley Temple vestida com um pullover com os dizeres &#8220;Welcome the Rolling Stones&#8221;. No seu colo está um carro que simbolizaria o Aston Martin de Paul McCartney, no qual ele havia se acidentado e encontrado seu destino. Há manchas no vestido da boneca que são interpretadas como sendo sangue. Outra dica seria relativa à estatueta de Shiva, Deusa hindu de quatro braços, que estaria apontando sua &#8220;mão da morte&#8221; para Paul.</p>
<p>• A última dica na capa não está bem à vista. Se você colocar um espelho no bumbo, cortando os dizeres Lonely Hearts exatamente no meio, você poderá ler &#8220;One He Die&#8221;. Tudo isto quer dizer que Paul está morto? Tem gente que acha que sim.</p>
<p>&#8220;Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band&#8221; foi o primeiro disco vendido com encarte das letras das canções impressas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O melhor e o pior do U2</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 14:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Década de 80]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Kid Vinil Fãs do U2, não se assustem com o título! É apenas uma “pegadinha”, pois uma banda que tem uma carreira de mais de 30 anos, 13 álbuns – sem contar coletâneas, álbuns ao vivo e singles – jamais faria alguma coisa ruim. Na verdade, eu fiz uma seleção dos melhores álbuns e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por <a href="http://colunistas.yahoo.net/colunistas/2/index.html" target="_blank">Kid Vinil</a></strong></p>
<p>Fãs do <strong>U2</strong>, não se assustem com o título! É apenas uma “pegadinha”, pois uma banda que tem uma carreira de mais de 30 anos, 13 álbuns – sem contar coletâneas, álbuns ao vivo e singles – jamais faria alguma coisa ruim. Na verdade, eu fiz uma seleção dos melhores álbuns e das melhores músicas do U2. É claro que alguns podem discordar, mas não é tão somente a minha opinião, mas de muitos críticos de música que elegeram os melhores trabalhos da banda.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2559" title="u2-the-joshua" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/u2-the-joshua.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>1-THE JOSHUA TREE (1987)</strong><br />
Esse é o London Calling do U2, pois assim como o Clash teve sua obra-prima, os irlandeses também realizaram esse feito em The Joshua Tree. Canções com refrões para levantar estádios como “Where The Streets Have No Name” , “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” e “With or Without You”. Às vezes menos político do que em War e Unforgetable Fire, a maioria dos temas de uma identidade mais pessoal e falando de relações mais complexas. Mas tem seu lado político, onde eles disparam contra a América Central e Estados Unidos em canções como “Mother of The Disappeared” e “Bullet The Blue Sky”. A reedição de luxo deste álbum lançada em 2008 trazia 3 CDs, sendo que o terceiro é um DVD do show “Live from Paris”, também editado em CD no mesmo ano.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2560" title="u2achtung" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/u2achtung.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>2-ACHTUNG BABY (1991)</strong><br />
Esse disco marca a total reinvenção do U2 na década de 90, uma quebra com o estilo criado durante os anos 80. A banda foi pra Berlim para começar a gravar esse disco, o mesmo lugar que David Bowie gravou seu clássico Heroes. Aliás, a faixa de abertura, “Zoostation”, alguns críticos a definem como “Bowiesque” . Foi a partir desse álbum que o U2 começou a flertar com as sonoridades mais eletrônicas. Mais uma vez, Brian Eno e Daniel Lanois foram os mestres da produção. Aliás é bom ressaltar que essa dupla foi responsável pelos melhores trabalhos do U2. Brian Eno em especial é um dos maiores talentos, tanto como músico, quanto como produtor. Sua carreira musical com o Roxy Music e depois em carreira solo merece muita atenção.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2561" title="war" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/war.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>3-WAR (1983)</strong><br />
O terceiro disco da banda soava como uma sugestão de que essa seria uma das mais importantes bandas do Planeta. Tudo começava com a urgência de “Sunday Bloody Sunday”, a bateria militar e uma letra retratando sofrimento e crueldade. As comoventes “New Years Day” e “Two Hearts Beat as One” e a tensa “Seconds” completam esse discaço!</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2562" title="boy" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/boy.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>4-BOY (1980)</strong><br />
Um grande começo e a marca de um estilo, principalmente pela guitarra cheia de eco tocada por The Edge. Se não fosse por isso, o U2 soaria como uma tradicional banda de hard rock. Boy é um disco que reflete a sonoridade do pós punk de bandas como PIL e Gang Of Four, mas é diferente e autêntico. “I Will Follow” foi o primeiro passo , uma canção perfeita, só ela já vale o disco inteiro.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2563" title="u2unforgettablefire" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/u2unforgettablefire.jpg" alt="" width="300" height="293" /></p>
<p><strong>5-THE UNFORGETTABLE FIRE (1984)</strong><br />
Esse foi o primeiro disco que a banda trabalhou com os produtores Brian Eno e Daniel Lanois. O produtor inglês Brian Eno vinha de vários trabalhos de produção com o grupo americano Talking Heads e não é à toa que a música “A Sort Of Homecoming”, que abre o disco soa como Talking Heads, até que Bono comece cantando. Daí pra frente o som é sem dúvida U2, um trampolim entre War e The Joshua Tree, esse disco tem algumas de suas grandes canções como “Bad”, uma música sobre um amigo vitima de overdose de heroína e a maravilhosa “Pride”( In The Name Of Love), um tributo a Martin Luther King.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2564" title="zooropa" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/zooropa.jpg" alt="" width="300" height="294" /></p>
<p><strong>6-ZOOROPA (1993)</strong><br />
Esse pode soar como o momento mais experimental e dançante do U2 depois de Achtung Baby. Mais uma vez, o lado atmosférico e dramático de Bowie reflete na faixa título, mas Zooropa é regado de surpresas, como The Edge assumindo os vocais quase robóticos de “Numb” . Bono também pega pesado no vocal em falseto na german disco music de “Lemon”. Além de momentos de romantismo na suave “Stay (Faraway, So Close!)”, uma das mais apaixonadas canções do U2. Como se não bastasse tudo isso, eles deixam o melhor pro final, a participação especial de Johnny Cash em “The Wanderer”. Se alguém tivesse que traduzir os pesadelos pós-apocalipticos e o fervor espiritual de Bono, só poderia ser na voz do saudoso Johnny Cash.</p>
<p><strong> </strong><img class="alignleft size-full wp-image-2565" title="u2-all-that-you-cantjpg" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/u2-all-that-you-cantjpg.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>7-ALL THAT YOU CAN’T LEAVE BEHIND (2000)</strong><br />
Se Achtung Baby marcava a entrada do U2 nos anos 90, All That You Can’t Leave Behind mostra o U2 entrando com o pé direito no ano 2000. A revista americana Rolling Stone elegeu esse disco como a terceira obra-prima do U2. Momentos brilhantes como “Beatiful Day” e em “Stuck in a Moment You Can’t Get Out Of” onde Bono ataca de “blue-eyed-soul man” (nome que os negros deram aos cantores brancos de soul music).</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2566" title="howbomb" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/howbomb.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>8-HOW TO DISMANTLE AN ATOMIC BOMB (2004)</strong><br />
Alguém certa vez escreveu que a cada disco que o U2 lança, vem sempre uma resposta contrária ao trabalho anterior. Para que nada soe igual, a banda muda sempre e surpreende. Nesse disco de 2004 ninguém esperava algo tão glam rock como “Vertigo” logo de cara, mais uma daquelas canções perfeitas do U2. Um álbum que resgata o lado mais rocker dos primeiros trabalhos da banda.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2567" title="u2october" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/u2october.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>9-OCTOBER (1981)</strong><br />
Bono é um cara religioso e adepto do cristianismo e isso fica bem claro em letras como “Tomorrow” e “Gloria”, que abre esse disco, o mais espiritual da banda. Foi um difícil segundo álbum para o U2. Um dos acontecimentos que os deixou descontentes com o resultado final do disco foi que num show em Portland, nos Estados Unidos, uma fã roubou a pasta que continha as letras originais de October. Em 2004, Bono conseguiu finalmente recuperar essa pasta. Na época, Bono teve que reescrever todas as letras no estúdio e a banda descreve isso como uma das piores experiências que eles tiveram numa gravação. Apesar disso,October não é um disco ruim como a banda considera, tem momentos incríveis e ouvindo nos dias de hoje ainda parece atual.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2568" title="u2rattle" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/04/u2rattle.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>10-RATTLE AND HUM (1988)</strong><br />
Trilha do filme documentário, o álbum duplo mostrava um U2 em suas raízes e influências musicais. Tem o blues com B.B. King em “When Love Comes to Town” e o rockabilly e rock and roll na linha Bo Didley em “Desire”. Bob Dylan também não poderia faltar na releitura de “All Along the Watchtower” e na participação em “Love Rescue Me”. Outros momentos grandiosos são “Angel Of Harlem” e interpretação gospel de “I Still Haven’t Found What I’m looking For”. Um fabuloso documentário e um grande disco!</p>
<p>Como grande fã do U2, jamais desprezaria discos como o ao vivo Under a Blood Red Sky, de 1983. Quando vi pela primeira vez o vídeo dessa apresentação fiquei impressionado com a performance de Bono e isso era um prenúncio das mega e teatrais apresentações que assistiríamos do U2 no decorrer desses anos. Nem mesmo o álbum Pop, de 1997, considerado por muitos críticos como o mais fraco do U2, é um disco que eu gosto muito, principalmente por músicas como “Staring At the Sun”. Da mesma forma, No Line On The Horizon, de 2009, se sobressai como mais um grande disco do U2. Aliás, ganhou disco do ano pela Rolling Stone americana.</p>
<p>Para encerrar, deixo um top 10 das melhores músicas do U2 feitas na década de 80.</p>
<p><strong>1-”I Will Follow”<br />
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<p>2- “Sunday Bloody Sunday”<br />
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<p>3- “Pride ( In The name Of Love )”<br />
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<p>4- “Bad”<br />
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<p>5- “Where The Streets Have no Name”<br />
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<p>6- “I Still Haven’t Found What I’m Looking For”<br />
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<p>7- “With Or Without You”<br />
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<p>8- “Gloria”<br />
<object width="549" height="339" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3UEKPcXBgaI?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="549" height="339" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/3UEKPcXBgaI?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>9- “All I Want Is You”<br />
<object width="550" height="443" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5bF-8cCCNoY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="550" height="443" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/5bF-8cCCNoY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>10- “The Unforgettable Fire”<br />
<object width="550" height="443" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/c9IBkjWCg8w?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="550" height="443" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/c9IBkjWCg8w?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Post original: <a href="http://colunistas.yahoo.net/posts/10001.html" target="_blank">Yahoo!</a> Brasil<br />
Dica do Elias Chiovatto.</p>
<p>O SomVinil deixa bem claro que esse post é uma reprodução fiel do original.</p>
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		<title>As influências do Nirvana</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 14:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Influência]]></category>
		<category><![CDATA[Killing Joke]]></category>
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		<category><![CDATA[Riffs]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem dúvida que &#8220;Come As You Are&#8221; foi umas das principais músicas do Nirvana, mas o que poucos sabem é que ela foi inspirada pela música &#8221;Eighties&#8221;, da banda Killing Joke, que Kurt Cobain era fã assumido. Killing Joke é uma banda inglesa formada na década de 80 e que têm seu estilo fundado no Pós-Punk. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1657" class="wp-caption alignleft" style="width: 560px"><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Nirvana_Killing-Joke1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1657" title="Nirvana_Killing-Joke" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Nirvana_Killing-Joke1-550x270.jpg" alt="" width="550" height="270" /></a><p class="wp-caption-text"><em><small>Nirvana e Killing Joke, influência e processo.</small></em></p></div>
<p>Sem dúvida que <em>&#8220;<strong>Come As You Are&#8221;</strong></em> foi umas das principais músicas do <strong>Nirvana</strong>, mas o que poucos sabem é que ela foi inspirada pela música &#8221;<strong>Eighties&#8221;,</strong> da banda <strong>Killing Joke, </strong>que Kurt Cobain era fã assumido.</p>
<p><strong>Killing Joke </strong>é uma banda inglesa formada na década de 80 e que têm seu estilo fundado no <strong>Pós-Punk.</strong> A banda não teve uma grande ascensão comercial apesar de influenciar várias bandas como <strong>Nirvana</strong>, Metallica, Franz Ferdinand, Jane&#8217;s Addiction, Soundgarden, Foo Fighters, Faith No More entre outras.</p>
<p>As duas músicas se parecem tanto, que o líder da Killing Joke chegou a processar Kurt Cobain alegando que o <em>riff</em> de <strong>&#8220;Come as You Are&#8221;</strong> foi copiado do <em>riff</em> de sua canção <strong>&#8220;Eighties&#8221;</strong>. Segundo boatos, o próprio Kurt teria ligado para o líder da banda assumindo o plágio, o que o teria deixado lisonjeado e desistido da ação contra o Nirvana, mas a versão mais aceita dos fatos é que a Killing Joke teria interrompido o processo em 1994, quando Kurt cometeu suicidio.</p>
<p>Confira a similaridade entre as duas músicas:</p>
<p><strong>Eighties &#8211; Killing Joke</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/x1U1Ue_5kq8" frameborder="0" width="550" height="443"></iframe></p>
<p><strong>Come As You Are &#8211; Nirvana</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/SUuTioihz8s" frameborder="0" width="550" height="443"></iframe></p>
<p>A referência para esse post foi uma conversa com meu amigo Ramon Neto, que me contou essa história.</p>
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		<title>A história por trás de uma capa clássica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 14:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Capa Clássica]]></category>
		<category><![CDATA[Disco]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Houses Of The Holy]]></category>
		<category><![CDATA[Led Zeppelin]]></category>

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		<description><![CDATA[A famosa capa de &#8220;Houses of the Holy&#8221;, do Led Zeppelin, foi inspirada no final do livro Childhood&#8217;s End, de Arthur C. Carke. A ideia era mostrar uma família escalando um lugar místico em busca de uma fonte de energia &#8211; que seria a própria banda. A agência Hipgnosis, foi chamada para a tarefa. As [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Houses-Of-The-Holy.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Houses-Of-The-Holy.jpg" alt="Led Zeppelin - Houses Of The Holy [1973]" width="610" height="610" class="alignleft size-full wp-image-10419" /></a></p>
<p>A famosa capa de <strong><em>&#8220;Houses of the Holy&#8221;</em></strong>, do <strong>Led Zeppelin</strong>, foi inspirada no final do livro <strong>Childhood&#8217;s End</strong>, de Arthur C. Carke. A ideia era mostrar uma família escalando um lugar místico em busca de uma fonte de energia &#8211; que seria a própria banda. A agência <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipgnosis" target="_blank">Hipgnosis</a></em>, foi chamada para a tarefa. As fotos foram tiradas na Irlanda do Norte, com três adultos e duas crianças &#8211; que eram irmãos. O glorioso por-do-sol, tão esperado, não apareceu durante várias sessões de fotos e, por fim, decidiu-se fazer uma foto-colagem &#8211; antes do Photoshop era assim que eram feitas as foto-montagens &#8211; apenas das crianças.</p>
<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Houses-Of-The-Holy-1973.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Houses-Of-The-Holy-1973.jpg" alt="Houses Of The Holy [1973]" width="610" height="458" class="alignleft size-full wp-image-10435" /></a></p>
<p>Quando o disco saiu, a capa era embalada por um papel japonês que continha apenas o nome da banda e o título do álbum, o que também era um modo de cobrir os bumbuns das crianças. Mesmo assim, por conta da nudez, o álbum foi proibido na Espanha e em alguns pontos dos Estados Unidos.</p>
<p><em><strong>Houses of the Holy</strong></em> é o quinto álbum de estúdio da banda, lançado em 1973. Durante a turnê de divulgação, dois shows foram filmados originando o álbum ao vivo e o filme <em><strong>&#8220;The Song Remains the Same&#8221;</strong></em>. Foi o último álbum lançado pela gravadora Atlantic Records.</p>
<p><b>FAIXAS</b><br />
Lado A<br />
&#8220;The Song Remains the Same&#8221; (Page, Plant) – 5:32<br />
The Rain Song&#8221; (Page, Plant) – 7:39<br />
&#8220;Over the Hills and Far Away&#8221; <small>(Page, Plant) – 4:50<br />
&#8220;The Crunge&#8221; (Bonham, Jones, Page, Plant) – 3:17</p>
<p>Lado B<br />
&#8220;Dancing Days&#8221; (Page, Plant) – 3:43<br />
&#8220;D&#8217;yer Mak&#8217;er&#8221; (Page, Plant, Jones, Bonham) – 4:23<br />
&#8220;No Quarter&#8221; (Page, Plant, Jones) – 7:00<br />
&#8220;The Ocean&#8221; (Page, Plant, Jones, Bonham) – 4:31</p>
<p><object width="611" height="458"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8n2c7ST-3fI?hl=pt_BR&amp;version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8n2c7ST-3fI?hl=pt_BR&amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="611" height="458" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>20/02/1967: nasce Kurt Cobain</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Kurt Cobain]]></category>
		<category><![CDATA[Nirvana]]></category>

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		<description><![CDATA[Kurt Donald Cobain nasceu em 20 de fevereiro de 1967, no Hospital Grays Harbor em Aberdeen, Washington. Filho da garçonete Wendy Elizabeth Fradenburg e do mecânico automotivo Donald Leland Cobain. Seu pai era descendente de escoceses, irlandeses e franceses, e sua mãe, era de origem cubana, espanhola, irlandesa, alemã e inglesa. Os antepassados irlandeses de Cobain migraram do Condado de Tyrone, na Irlanda do Norte, em 1875. Outras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Kurt-Cobain.jpg"><img src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Kurt-Cobain.jpg" alt=" 20/02/1967 | Nasce Kurt Cobain (Nirvana)" width="610" height="398" class="alignleft size-full wp-image-10075" /></a></p>
<p><strong><em>Kurt Donald Cobain</em></strong> nasceu em 20 de fevereiro de 1967, no Hospital Grays Harbor em Aberdeen, Washington. Filho da garçonete Wendy Elizabeth Fradenburg e do mecânico automotivo Donald Leland Cobain. Seu pai era descendente de escoceses, irlandeses e franceses, e sua mãe, era de origem cubana, espanhola, irlandesa, alemã e inglesa.</p>
<p>Os antepassados irlandeses de Cobain migraram do Condado de <em>Tyrone</em>, na Irlanda do Norte, em 1875. Outras pesquisas encontraram que eles tinham sido sapateiros, originalmente chamado <em>Cobane</em>, que veio da aldeia de <em>Inishatieve</em> perto de Pomeroy, que se estabeleceram em Cornwall, Ontário, Canadá, e depois em Washington.</p>
<p><object width="611" height="458"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/R_LTXSQ0QkE?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/R_LTXSQ0QkE?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="611" height="458" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div id="attachment_1230" class="wp-caption alignleft" style="width: 560px"><a href="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Kurt-Cobain-Nirvana.jpg"><img class="size-medium wp-image-1230" title="Kurt-Cobain-Nirvana" src="http://www.somvinil.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Kurt-Cobain-Nirvana-550x342.jpg" alt="" width="610" height="379" /></a><p class="wp-caption-text"><small><em>Kurt Cobain se apresentando com o Nirvana</em><small></p></div>
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		<title>Um celular furreba no bolso e ideia nenhuma pra contar</title>
		<link>http://www.somvinil.com.br/um-celular-furreba-no-bolso-e-ideia-nenhuma-pra-contar/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 13:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DAVI MIGUELITO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Self Destruction. Um filme registrado pelo celular. from oruminante on Vimeo. Por Renato Cabral. Durante algum tempo, as idas e vindas ao trabalho eram acompanhadas de um celular, muitas ligações desnecessárias e do resto: o mundo. E porque minhas órbitas oculares parecem estar sempre ofuscadas, talvez pela falta dos óculos, elas enxergam só o mundo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/20037861?color=6e3694" width="549" height="309" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/20037861">Self Destruction. Um filme registrado pelo celular.</a> from <a href="http://vimeo.com/user2596776">oruminante</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Por Renato Cabral. Durante algum tempo, as idas e vindas ao trabalho eram acompanhadas de um celular, muitas ligações desnecessárias e do resto: o mundo. E porque minhas órbitas oculares parecem estar sempre ofuscadas, talvez pela falta dos óculos, elas enxergam só o mundo que salta aos olhos: o volume de uma bunda, um acidente de trânsito, um cachorro morrendo, o lixo na rua atrapalhando os ratos, os cadeirantes que tomam sol na porta da suas casas, os mendigos preparando o almoço com nossos restos. Era só isso, passava, via, registrava. Daí veio meu amigo DJ Raone Franco (Sugarhill) com uma música genial e um tema. Por coincidência, todas as imagens já estavam na câmera. Era editar e tentar um filme, um videoclipe. Foi feito. Um filme que é um registro documental de fragmentos isolados, sem nenhuma pretensão ou preocupação de sentido com o todo. Até porque cada pedacinho de imagem traz sozinho sua história e seus desdobramentos dentro de cada um. Hemingway nos alertava para não confundirmos movimento com ação. Então, que a falta de ação e o excesso de movimento não sejam uma desculpa para pouca arte.</p>
<p>Renato Cabral – filme (@CabralDiz)<br />
DJ Raone Franco – música (@RaoneFranco)</p>
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